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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Yara lança novas tecnologias para aumentar produtividade em citros

fonte de imagem: agrolink
Os pesquisadores Thais de Souza e Wilson Goto, do Centro de Pesquisas da Yara em Hanninghoff, na Alemanha, apresentaram novas tecnologias da empresa para a cultura de citros. “A principal novidade dos últimos tempos são as ferramentas de diagnóstico. Hoje é possível conhecer muito bem a fertilidade do solo, a situação nutricional da planta e as estratégias mais convenientes para o manejo do cultivo”, afirmou Thais, que é especialista em nutrição de cultivos e fertirrigação.
Além das tradicionais análises de solo e folha, ela recomenda a incorporação de outras ferramentas complementares: “A análise da seiva é como o exame de sangue na medicina. Permite conhecer a situação nutricional da planta no momento do seu desenvolvimento, enquanto a análise foliar reflete a situação do passado”. 
Com isso é possível fazer um diagnóstico precoce, controlar a salinidade, a relação dos nutrientes com as características do solo e as concentrações de cada um, para agir de forma rápida. Segundo Wilson Goto, “com essa ferramenta é possível ajustar a dose de fertilizantes antes do final da temporada, evitando perdas por falta ou excesso de nutrientes e melhorando notavelmente a eficiência”.
imagem retirada da internet
Além das novidades em análises químicas, foram desenvolvidos dispositivos portáteis que permitem levar o laboratório para o campo. Um exemplo é o N-Tester, um equipamento de bolso que apura a intensidade da cor verde das folhas para medir a clorofila e determinar o estado nutricional da planta.
Os pesquisadores destacam também a Sonda Zim, um inovador sensor que é colocado numa folha para medir – em tempo real e com alta precisão – as mudanças na turgência foliar. Com isso é possível utilizar esse dado para ajustar, por exemplo, a programação da irrigação.
“A Yara é una empresa produtora de fertilizantes, mas queremos oferecer aos produtores uma solução completa, não só de fertilizantes, como também de ferramentas para o manejo do cultivo”, afirmam os especialistas da empresa.
fonte: agrolink

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Sem agrotóxicos, produção brasileira cairia pela metade

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"Por produzir de duas a três safras anuais, Brasil registra maior ocorrência de pragas"O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas do Ministério da Agricultura, Júlio Sérgio de Britto, disse na quinta-feira (29) na Comissão de Meio Ambiente da Câmara, que sem o uso de defensivos para o controle de pragas a produção agrícola brasileira cairia pela metade.
"Há uma busca maior de eficácia de produtos agrotóxicos e de novas tecnologias para controle de pragas, de defensivos naturais, biológicos", disse. "Só este ano tivemos 20 produtos biológicos para uso na agricultura, mas há uma necessidade de ter mais registros", afirmou durante audiência que discutiu a utilização de agrotóxicos na produção brasileira.
Britto garantiu que o ministério e os órgãos envolvidos na liberação e fiscalização desses produtos fazem um controle rigoroso. Segundo ele, são fiscalizadas de 16 mil a 17 mil propriedades por ano. "Precisamos garantir que o nosso sistema de produção seja e continue a ser viável", defendeu.
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http://www.opresenterural.com.br/arquivos/noticia-detalhes.php?id=5966&id_categoria=1&id_subcategoria=
fonte: Portal DBO/Estadão Conteúdo via opresenterural

Kátia Abreu denuncia “campanha muito organizada contra agroquímicos”

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A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, denuncia que há uma “campanha muito organizada contra a utilização de agroquímicos no país”. A afirmação foi feita na última quarta-feira (04.11), durante a inauguração dos novos laboratórios da Bayer CropScience, em Paulínia (SP).
“Só venceremos preconceito contra agroquímicos se nos unirmos à ciência. Temos uma lei que proíbe o registro de qualquer produto com características carcinogênicas. Somos grandes exportadores de alimentos e não [foi] aplicando agroquímicos de forma incorreta, com dolo à saúde”, sustentou a ministra. Ela convocou os representantes do setor a atuarem estrategicamente para combater o preconceito. 
Segundo Katia, “somos grandes porque temos produtos confiáveis e o mundo sabe o que estamos fazendo. Usamos agroquímicos não porque gostamos de gastar um pouco mais produzindo alimentos. Usamos como os humanos usam medicamentos: para combater pragas e doenças nos alimentos”.
fonte: agrolink

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Aplicação de vacina contra febre aftosa requer atenção

fonte da imagem: blogdaresenhageral
Na próxima semana inicia-se a segunda etapa de vacinação contra a Febre Aftosa no Rio Grande do Sul. A partir do dia 1º de novembro, bovinos e búfalos com até 24 meses de idade devem ser imunizados e receber a dose da vacina. Para que haja uma eficácia no resultado, é preciso seguir algumas orientações.
De acordo com o delegado do Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), João Junior, apesar de a aplicação da vacina ser uma prática simples, é preciso ter alguns cuidados. Primeiramente na compra das doses em locais autorizados o acondicionamento das mesmas em temperaturas adequadas. "É importante manter os frascos em em temperatura entre dois e oito graus, pois tanto o calor quanto o frio intenso podem inutilizar a vacina e causar reações aos animais no local de aplicação", observa.
A troca de agulhas a cada dez lotes de animais vacinados também ajuda a evitar contaminações. Outro ponto ressaltado por Junior é a necessidade de evitar o estresse dos animais deixando eles presos em período longo porque isto prejudica a resposta imunológica da vacina. "Também é importante a participação de um médico veterinário para aconselhar sobre a maneira correta de manejo, forma de aplicação e o fluxo do gado dentro da mangueira", explica.
Sobre o local de aplicação, o delegado do Simvet/RS afirma que ela pode ser feita de forma subcutânea ou intramuscular. "O local mais adequado é a tábua do pescoço até por ser mais prático e ser uma carne de menor valor para que, caso haja alguma reação, não se tenha prejuízos. A única via que não pode ser administrada é a endovenosa", alerta.
fonte: agrolink

Falta de fertilizantes pode prejudicar setor agropecuário

imagem retirada da internet
Dados mostram que o Brasil é o quarto maior consumidor mundial de fertilizantes, enquanto a produção interna ocupa apenas o nono lugar

A Subcomissão Permanente de Acompanhamento do Setor de Mineração (Subminera) realizou audiência pública na segunda-feira (19) com representantes do setor de insumos para a agricultura e a pecuária. 
Eles argumentaram que o Brasil precisa de políticas de apoio à produção desses minerais - como calcário, potássio e fósforo - pois é um grande consumidor e o desabastecimento pode prejudicar o setor agropecuário.
“A condição de forte dependência da importação desses insumos coloca o tema como uma questão estratégica nacional. É de suma importância a elaboração e implantação de políticas públicas que eliminem os gargalos, contribuam para o aumento da produção e para a sobrevivência da atividade”, alerta O diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti Filho.
Dados apresentados na audiência mostram que o Brasil importa cerca de 78% dos minerais de adubação e fertilização. O consumo desses materiais já é o quarto maior do mundo, enquanto que a produção interna ocupa apenas o nono lugar na lista global.
Além disso, o crescimento da importação dos minerais supera em quatro vezes o crescimento da produção. Nesse cenário de dependência do mercado externo e fraco abastecimento interno, especialistas indicam que não se pode descartar a possibilidade de uma escassez de fertilizantes.
fonte da imagem: laborsolo
Saídas
Os palestrantes apontaram que o Brasil tem potencial para reverter essa situação, pois possui boas reservas. O problema é a burocracia da exploração. Reginaldo Minaré, consultor na área de biotecnologia da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ressaltou que o investimento em minerais tem particularidades que precisam ser observadas. 
A produção de calcário, por exemplo, precisa ser regionalizada e próxima aos agricultores, porque os custos e a logística do transporte são muito altos. “A ‘revolução verde’ da agricultura não chegou à gestão pública desse setor. O avanço científico e tecnológico aconteceu, mas o avanço na administração não veio junto. Estamos em um universo globalizado, então o desafio só aumenta”, reforçou.
Os especialistas insistiram que a elaboração de um novo marco legal da mineração deve ser amplamente discutida com o setor produtivo, para não perder de vista as necessidades reais da indústria.

Fonte: Portal de Notícias do Senado Federal‎ via o presente rural

Tomate e melancia foram os produtos com maior redução de preços nas Ceasas

imagem retirada da internet
Os produtos que mais apresentaram baixa de preços no mês passado nos entrepostos selecionados no 7º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas), divulgado nesta segunda-feira (19), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram o tomate e a melancia. O tomate, por exemplo, chegou a ter uma redução de 26,9% e a melancia baixou 20,7% na Ceasa Minas.

A análise da Conab foi realizada nas Ceasas de Vitória/ES, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Curitiba/PR, Campinas/SP e Ceagesp, na Grande São Paulo. Nos próximos boletins, poderão fazer parte também as Ceasas de Goiânia/GO, Recife/PE, Fortaleza/CE e Rio Branco/AC.

As hortaliças selecionadas neste estudo são a alface, o tomate, a batata, a cebola e a cenoura. A baixa de preços do tomate continuou em setembro também noutros entrepostos. Em Vitória foi de 23%, no Rio de Janeiro, 22,9%, em São Paulo, 19,3%, em Campinas/SP, 17,5 e em Curitiba, 14,1%. Esta tendência pode continuar de forma menos intensa este mês, segundo boletim.

O motivo da redução foi o clima favorável para produção, aliado à diminuição do consumo. Esse movimento de baixa nos preços é característico desta época do ano. Desta forma, o tomate deixou de ser o principal vilão de seu grupo na composição do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

Outro produto em destaque na baixa de preços é a cebola, que chegou a cair 49% em São Paulo e 39,4% em Curitiba. Em seguida, vem a cenoura com redução nos demais entrepostos, com exceção do Rio de Janeiro, que teve alta de 1%.

Frutas - A queda no preço da melancia ocorreu em todos os mercados estudados. A diferença foi, novamente, o Rio de Janeiro, onde teve um aumento de 3,3%, comparado ao mês de agosto. Nas demais Centrais, a redução foi de 2,8% em São Paulo, 9,4% em Vitória, 12,2% em Campinas, 14,7% em Curitiba e de 20,7% em Belo Horizonte.

As frutas pesquisadas neste boletim foram a banana, a laranja, a maçã, o mamão e a melancia. O mamão vem em segundo no quesito redução, na maioria das outras centrais, assim como a banana. A exceção continua sendo o Rio de Janeiro que teve aumentos de 8,4 e 7,9%, respectivamente.

O levantamento de preços nos mercados atacadistas é feito por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, e considera a maioria dos entrepostos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal.

A íntegra do boletim pode ser acessada no site www.prohort.conab.gov.br ou em www.ceasa.gov.br.
fonte: conab

domingo, 25 de outubro de 2015

Helicoverpa armigera: Decretada emergência fitossanitária no Maranhão

foto retirada da internet
Foi decretado na última quinta-feira (22/10) o estado de “emergência fitossanitária” no Maranhão. A Portaria Nº. 232 afirma que a medida foi adotada em função do “risco de surto da praga Helicoverpa armigera nas Mesorregiões Leste e Sul do Estado do Maranhão, para implementação do plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais”.
A decisão foi tomada pela titular do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Katia Abreu, e publicada no Diário Oficial da União. Identificada no Brasil desde dezembro de 2012, a Helicoverpa armigera provocou perdas estimadas em R$ 10 bilhões nas últimas duas safras, atacando principalmente lavouras de soja, milho e algodão e afetando de forma mais intensa os estados da Bahia, Paraná, Mato Grosso e Distrito Federal. 
Com o decreto desta semana, o Maranhão está autorizado por uma ano a implementar diversas medidas especificadas pelo Mapa na portaria 1.109 (de 06 de novembro de 2013). Entre elas está a autorização emergencial temporária da importação de produtos agroquímicos que tenham como ingrediente ativo a substância Benzoato de Emamectina. 
fonte: agrolink